Em meio a um mar
impossibilidades infinitas, surge Elena. Que sabe e sente. O possível só é
possível quando o permite ser possível.
Apesar de todos os pesares,
por na balança e pesar os fatos não é a solução mais equilibrada.
O equilíbrio não existe por
si e por sorte. Existe por fatos determinados.
De um lado o sim, do outro o
não. No meio e em meio a tanto, as escolhas.
Escolher assusta. Sustentar
requer escolhas.
Um circulo vicioso. Sim,
não. Não, sim.
Uma vida inteira de inteiras decisões por palavras que parecem
meias, de tão curtas.
Os efeitos sim,são duradouros, mas não permanentes.
O eu sabe, que nas decisões
infinitas o crucial é se deixar levar.
Para cada não, para cada
sim, existem ao menos uma quantia infinita de possibilidades.
Deixar ir, deixar vir.
Levar-se só ao infinito.