segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Elevar-se



Acabei de perceber, estou em um momento de reflexão...

Isso é bom, mostra o querer que tenho de conhecer mais de mim mesma.





O fato é: “A dureza do homem é tão frágil”... Digo isso por experiência própria do “eu” , não mais de Elena, falo pela própria realidade! 

Sim, meus caros... eu posso deixar isso mais claro...

O que eu estou querendo dizer é: Quando alguém que você ama o ofende, o ódio que parte desta ofensa, parte mesmo pela ofensa ou por quem você foi ofendido?

Quando algum conhecido o rouba, o que o deixa revoltado, moído por dentro, é o fato em si, ou  quem o realizou!?

Ou ainda... quando um casamento acaba por traição, o ódio parte pelo ato, ou parte de si, pelo quem?
Vejo constantemente ao meu redor pessoas revoltadas, no entanto... O que mais as machuca não é a traição, o furto ou a ofensa, mas sim a falta, a dureza e a carência de ter por perto quem o traiu!

Digo então, que o ódio só existe de fato, onde o amor um dia tomou frente.
Digo então, que a raiva na verdade, é só o amor querendo tomar o seu lugar, o consciente impedindo e o subconsciente gritando por um pouco de espaço.


Mas que fique claro, estou falando do amor verdadeiro, aquele que como já dizia a primeira carta de São Paulo aos Coríntios
 “... é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera e tudo suporta.”

Amem, meus caros... Sintam ódio se necessário, Sintam! O pior dos sentimentos só é possível através do mais puro.  



Deixe que a Elena tome conta, só por hoje...

Texto: Karina Ferreira

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