domingo, 16 de setembro de 2012



    Bom, hoje o Eu e Elena será uma espécie de diário, pois é disso que eu preciso, se tratará do eu... misturado com a euforia de Elena presente em mim...
                                  Vamos ao que interessa...

   Me sinto bloqueada, e ao mesmo tempo aberta a sentimentos que eu nunca imaginei que poderiam existir em tamanha proporção, jamais imaginei que a saudade tivesse tal significado...
   A saudade de sentir algo que antes sentia-se, de ver, mesmo que por alguns míseros segundos algo/ alguém, saudade da preocupação de ter por perto, ou de nunca mais ter, que seja!
Tal sentimento é traiçoeiro, e o universo faz questão de que você o sinta! Dizem que é para que você se sinta forte, que aprenda... Já eu acredito que é por pura maldade. Elena quem diga, não sendo suficiente perder alguém, perdeu tudo que a envolvia, que a dava chão,  tudo, ou parte de tudo que alimentava a sua eufórica alegria de viver .

    E eu digo a vocês agora, meus caros, repito um dia se for necessário; Cuidado com os desejos, por mais momentâneos que possam ser, algo pode “ouvi-los” e fazer questão de castigar-lhe por tal. 

Repito, o Universo é traiçoeiro... 

  Não medirá esforços para lhes mostrar o quanto estavam errados, o quanto os planos dele eram os certos... Elena quem diga... de maneira direta, e após indiretamente, tudo que lhe dava conforto foi tirado de suas mãos e jogado a um passado, que antes ela julgava infeliz, hoje é tudo que deseja!
Digo porem, que Elena aprendeu algumas coisas, como ser forte! só  que ainda não aprendeu a ser  na frente do espelho. Tal fato a machuca...

Pobre Elena...

  Hoje, na inconstância de Elena, apresentei a vocês idéias confusas, sem um ponto final adequado, mas falei sobre a vida, de um certo modo, essa não apresenta ponto final, logo escrevi de maneira correta. Aos meus olhos, claro...


Texto: Karina Ferreira

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