Bom, hoje o Eu e Elena será uma espécie de diário, pois é
disso que eu preciso, se tratará do eu... misturado com a euforia de Elena
presente em mim...
Vamos ao que interessa...
Me sinto bloqueada, e ao mesmo tempo aberta a sentimentos
que eu nunca imaginei que poderiam existir em tamanha proporção, jamais
imaginei que a saudade tivesse tal significado...
A saudade de sentir algo que antes sentia-se, de ver, mesmo
que por alguns míseros segundos algo/ alguém, saudade da preocupação de ter por
perto, ou de nunca mais ter, que seja!
Tal sentimento é traiçoeiro, e o universo faz questão de que
você o sinta! Dizem que é para que você se sinta forte, que aprenda... Já eu
acredito que é por pura maldade. Elena quem diga, não sendo suficiente perder alguém, perdeu
tudo que a envolvia, que a dava chão,
tudo, ou parte de tudo que alimentava a sua eufórica alegria de viver .
E eu digo a vocês agora, meus caros, repito um dia se for
necessário; Cuidado com os desejos, por mais momentâneos que possam ser, algo
pode “ouvi-los” e fazer questão de castigar-lhe por tal.
Repito, o Universo é traiçoeiro...
Não medirá esforços para lhes mostrar o quanto estavam
errados, o quanto os planos dele eram os certos... Elena quem diga... de
maneira direta, e após indiretamente, tudo que lhe dava conforto foi tirado de
suas mãos e jogado a um passado, que antes ela julgava infeliz, hoje é tudo que
deseja!
Digo porem, que Elena aprendeu algumas coisas, como ser
forte! só que ainda não aprendeu a
ser na frente do espelho. Tal fato a
machuca...
Pobre Elena...
Hoje, na inconstância de Elena, apresentei a vocês idéias
confusas, sem um ponto final adequado, mas falei sobre a vida, de um certo
modo, essa não apresenta ponto final, logo escrevi de maneira correta. Aos meus
olhos, claro...
Texto: Karina Ferreira
Texto: Karina Ferreira
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